domingo, 1 de dezembro de 2013
Encenação da Semana de Arte Moderna
Conhecemos e estudamos o Modernismo e esta criativa e interessante encenação foi feita toda pelos que dela participam. Maravilhosa.
André
Bruna
Gabriela
Jennifer
João Lucas
Josefa
Leonardo
Thais
Vinicius
Vitória
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Quem é Joshua Bell? - Beatriz - 9º B - 2013
Hoje em dia as músicas não têm
mais letra, o que eles falam é “tcha, tcha, tcha” “tche, tcha, tchu, tcha” e o
que isso significa? NADA. A sociedade se acomodou com essa nova “linguagem” e
esqueceu a música clássica, músicos como J. S. Bach mesmo tendo sido um dos
melhores (e ainda é) estão sendo esquecidos. As pessoas não sabem mais apreciar
o som de um violino, de um piano, etc.
Vamos
usar como exemplo o violinista Joshua Bell. Bell, em uma noite tocou em um
teatro lotado em Boston, com ingressos, cujo menor preço chegava a 100 dólares.
Ele usou um Stradivarius, violino avaliado em 3,5 milhões de dólares. Dois dias
depois postou-se na porta de uma estação de metrô em Washington e começou a
tocar seu violino (o mesmo usado dois dias antes), as peças tocadas são
consideradas as mais difíceis de Bach para o instrumento. Permaneceu ali por 45
minutos. Como era hora do rush, milhares de pessoas passaram por lá.
Nos
primeiros minutos um senhor diminuiu o passo, olhou por um momento e seguiu
adiante. Logo depois, Joshua Bell recebeu sua primeira gorjeta (um dólar)
entregue por uma mulher que nem sequer parou para ouvi-lo. Logo depois, uma pessoa
se encostou em uma coluna, permaneceu ali por uns cinco minutos, depois olhou
no relógio e saiu apressado em direção aos trens.
A
primeira pessoa que realmente prestou atenção foi um garoto de 3 anos, que
insistia em parar para ouvir, mas que foi arrastado dali por sua mãe que estava
atrasada. Isso também se repetiu várias vezes com outras crianças, mas todos os
pais exigiram que os filhos continuassem andando.
Nos 45
minutos, Bell recolheu 32 dólares e teve apenas 6 espectadores. Quando
terminou, não houve aplauso, ninguém que o encorajasse a continuar. Uma mulher
(a única a parar para ouvi-lo) disse que o ouviu na véspera e que tinha uma
grande admiração por seu trabalho.
Essa
experiência foi filmada pelo jornal Washington Post. Ao ser perguntado pelo
jornalista o que tinha sentido Bell não escondeu a decepção: as pessoas eram
incapazes de reconhecer a beleza se não estivessem dentro dos parâmetros
considerados normais para se apreciar uma obra de arte.
A idéia
do jornal foi justamente esta: fazer um ensaio sociológico sobre o
comportamento do ser humano. As pessoas, ao ouvir algo absolutamente incrível,
tendo no momento outras prioridades (nesse caso, a ida ao trabalho, a
incapacidade de notar o que acontece à sua volta, a tendência de generalizar,
como “os músicos de metrô são todos uns frustrados que não conseguem
ultrapassar um limite mínimo de talento”), não prestam a menor atenção.
“Eu
teria parado para ouvir Joshua Bell? Não sei. Como todos os outros, penso
também estar condicionado aos ritos da arte, como teatros, preços caros, coisas
do tipo.” Afirma Paulo Coelho. Mas isso soou como um alerta: se não temos um
momento para parar e escutar um os melhores violinistas do mundo, quantas
outras coisas estaremos perdendo na vida?
Nome: Beatriz Santana Santos Nº 04 9º B
mcvey.wordpress.com
youcallthatart.com
Jessie J - Ana Carolina - 9º C - 2013
Nascida no ano de 1988 em Redbridge, cidade localizada na
Grande Londres, na Inglaterra, Jessie J dedicou parte de sua adolescência à
música. Artistas já renomados como Justin Timberlake, Rihanna e Chris Brown
foram “presenteados” com letras da então garota de apenas 17 anos.
Mesmo com um grave problema de saúde - Jessica Ellen Cornish
sofreu um pequeno AVC quando tinha 18 anos e não pôde mais beber e fumar – a
britânica soube lidar com a doença, deu a volta por cima e aos poucos foi se
dedicando à carreira de cantora.
Os primeiros passos para a gravação do álbum de estreia
foram em 2010. Com tudo pronto, e algumas participações,
como as de B.o.B. e Drake em “Prince Tag”, Jessie alcançou voos altos por todo
o mundo ao lançar Who You Are no início de 2011.
Jessie tinha 17 anos quando teve sua primeira experiência
homossexual. Ela disse que sua família sempre aceitou esse fato e por isso é
abertamente bissexual, mesmo sendo vista como a “rebelde”.
“Pra mim é importante ser aberta e honesta sobre isso. Minha
mãe e meu pai já sabem há muito tempo e sempre foram muito legais, minhas irmãs
sempre fazem piadas porque elas são casadas, tem filhos e eu sou a única
“rebelde”. Eu tinha namoradas e tatuagens. Eu era … difícil.”
“E eu não tentei esconder isso, por isso as pessoas pensam,
‘Oh, ela é tão aberta sobre isso, vamos ser abertos também’.”
“Quantos anos eu tinha quando tive minha primeira namorada ?
Não sei. 17? Eu não tive uma namorada, só tive minha primeira experiência.”
encartespop.blogspot.com
A importância da arte na igreja - Thaís - 9º A - 2013
A
importância da arte na igreja
A
importância da arte e da dança na igreja, é que podemos evangelizar de outra
maneira, e não ficar só na mesma coisa de sempre. E os jovens podem participar
mais da igreja e saírem mais das ruas, porque eles podem fazer uma oração
enquanto estão apresentando um teatro, ou sentir a presença do espírito santo
enquanto estão dançando.
O
ministério Shekinah surgiu para os jovens permanecerem na igreja de uma maneira
que eles gostem, e que aprendem a gostar mais a cada dia que eles fizerem parte
do ministério, e os jovens que participam do ministério acabam passando mais
tempo com o pessoal da igreja, por conta dos ensaios que acontecem duas vezes
por semana e normalmente duram duas horas e meia, e sempre quando começam e
terminam os ensaios, todos que estão presentes fazem uma oração, todos juntos,
para iluminar cada dia mais o ministério para que ele não acabe e que para que
mais jovens se sintam tocados para participar dele. As apresentações, às vezes
acontecem na Paróquia São Francisco de Assis e as vezes na capela nossa Senhora
da Lapa. Quando é na paróquia é apresentado quando o padre convida o ministério
para apresentar, e na capela é quando tem algum evento ou no final de alguma
missa, e sempre antes das apresentações fazemos orações para que saia tudo bem.
Vida artística - Lídia - 9ºC 2013
Vida Artística
Lídia Regina
Introdução:
Mas o assunto principal deste texto é “pinturas”, que já
sofreu preconceitos em sua época, e de seus artistas incompreendidos pela
sociedade, como Van Gogh.
Historia de
vida...
Apesar de que sua vida foi marcada
por diversos fracassos, falhando em todos os tipos de aspectos em sua época,
sendo incapaz de constituir uma família, ou até ter contatos sociais, que gerou
um problema mental, fazendo que cometesse suicídio aos 37 anos, fez com que sua
fama crescesse.
Após uma exibição de suas telas
em paris, no dia 17 de março de 1901, suas pinturas foram reconhecidas como uma
tendência impressionista, como inspiração modernista.
E sua fama percorre todo mundo
até nos dias de hoje.
Artistas.
Mas também
há vários outros artistas famosos, e que estão na boca da sociedade, como
“Leonardo Da Vinci” um artista renascentista que se destacou pela sua maneira de
pintar, usando técnicas artísticas das perspectivas, usando cores parecidas,
próximas da realidade, figuras humanas expressando sentimento, e toda esta
técnica renascentista ajudou na criação “principal” de Leonardo a “Mona l
Lisa”, uma das obras mais conhecidas pelo mundo, este quadro
chama a atenção por causa de seu sorriso misterioso.
Também,
temos “ Cândido Portinari ” um artista
brasileiro, que destacou-se com suas obras “São Francisco de Assis” e “Tiradentes”, e “ Pablo Picasso” um artista
espanhol que destacou-se em suas artes plásticas, pinturas, esculturas, artes
gráficas e cerâmicas, cubismo e etc....
AVENGED SEVENFOLD - RENAN - 9ºB - 2013
AVENGED SEVENFOLD – RENAN – 9ºB - 2013
A lenda Avenged Sevenfold foi criada em 1998. Os integrantes
se conheceram na escola, menos o Baixista, que entrou na Banda após a Saída do
outro Baixista. Em 2001 a Banda teve seu primeiro álbum criado. Após esse álbum
ser criado lançaram mais 4 álbuns, até que em 2009 o Baterista Jimmy com o nome
artístico de “The Rev”, morreu de overdose acidental, após tomar remédios
demais.
O baterista tinha problemas no coração, que ajudou na morte.
A morte do baterista abalou muitos fãs e os próprios músicos da banda e assim a
banda criou uma musica chamada “So Far Away” que significa “Tão Distante”. A
letra foi uma homenagem ao tão querido baterista. Após a morte do baterista
entraram dois bateristas e hoje em dia, eles já tem um baterista.
Hoje em 2013 tocarão no “Rock in Rio” e lançarão o tão
esperado álbum “Hail to the King” a musica já foi lançada e já está no youtube
e na rádio.
Vocal: Matt Shadows
Guitarra 1: Synyster
Guitarra 2: Zacky Vengeance
Baixo: Jhony
Teclado: Matt Shadows
Baterista: Kaio
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Link e texto Crítica de Monteiro Lobato a Anita Malfatti
Crítica de Monteiro Lobato a Anita Malfatti
A CRÍTICA DEMOLIDORA DE MONTEIRO LOBATO
Recém chegada da Europa e dos Estados Unidos, onde foi estudar pintura, Anita Malfatti, resolveu, com o apoio dos amigos, organizar a sua exposição de pintura moderna nos meses de dezembro de 1917 e janeiro de 1918. Ela e um grupo de vanguardistas de São Paulo acreditavam que havia chegado a hora da arte no Brasil abandonar os modelos tradicionais e buscar novos rumos,
No acanhado meio artístico paulistano, a exposição provocou comentários contra e a favor. No entanto um artigo da “Folha de São Paulo”, de autoria de Monteiro Lobato, que também era crítico de arte, ultrapassou dos limites da sua conhecida lucidez.
Leia, abaixo, fragmentos do artigo denominado “Paranóia ou Mistificação?”, de autoria de Monteiro Lobato, sobre a Exposição de Anita Malfatti:
“Há duas espécies de artistas. Uma composta dos que vêem normalmente as coisas(..) A outra espécie é formada pelos que vêem anormalmente a natureza e interpretam-na à luz de teorias efêmeras, sob a sugestão estrábica de escolas rebeldes, surgidas cá e lá como furúnculos da cultura excessiva. (...) Embora eles se dêem como novos, precursores de uma arte a vir, nada é mais velho do que a arte anormal ou teratológica: nasceu com a paranóia e com a mistificação.(...) Essas considerações são provocadas pela exposição da senhora. Malfatti onde se notam acentuadíssimas tendências para uma atitude estética forçada no sentido das extravagâncias de Picasso e companhia”.
A reação da elite paulistana, que confiava cegamente nas opiniões e gostos pessoais do autor de Urupês, é imediata: escândalo, quadros devolvidos, uma tentativa de agressão à pintora, a mostra é fechada antes do tempo.
O artigo demolidor e as suas conseqüências serviram para que os jovens "vanguardistas" brasileiros, até então dispersos, isolados em pequenos agrupamentos, se unissem em torno de um ideal comum: destruir as manifestações artísticas que remontavam ao século XIX, especificamente, no caso da literatura, o parnasianismo poético, medíocre e superado.
Neste sentido, a exposição de Anita Malfatti funciona como estopim de um movimento que explodiria na Semana de Arte Moderna de 1922.
No acanhado meio artístico paulistano, a exposição provocou comentários contra e a favor. No entanto um artigo da “Folha de São Paulo”, de autoria de Monteiro Lobato, que também era crítico de arte, ultrapassou dos limites da sua conhecida lucidez.
Leia, abaixo, fragmentos do artigo denominado “Paranóia ou Mistificação?”, de autoria de Monteiro Lobato, sobre a Exposição de Anita Malfatti:
“Há duas espécies de artistas. Uma composta dos que vêem normalmente as coisas(..) A outra espécie é formada pelos que vêem anormalmente a natureza e interpretam-na à luz de teorias efêmeras, sob a sugestão estrábica de escolas rebeldes, surgidas cá e lá como furúnculos da cultura excessiva. (...) Embora eles se dêem como novos, precursores de uma arte a vir, nada é mais velho do que a arte anormal ou teratológica: nasceu com a paranóia e com a mistificação.(...) Essas considerações são provocadas pela exposição da senhora. Malfatti onde se notam acentuadíssimas tendências para uma atitude estética forçada no sentido das extravagâncias de Picasso e companhia”.
A reação da elite paulistana, que confiava cegamente nas opiniões e gostos pessoais do autor de Urupês, é imediata: escândalo, quadros devolvidos, uma tentativa de agressão à pintora, a mostra é fechada antes do tempo.
O artigo demolidor e as suas conseqüências serviram para que os jovens "vanguardistas" brasileiros, até então dispersos, isolados em pequenos agrupamentos, se unissem em torno de um ideal comum: destruir as manifestações artísticas que remontavam ao século XIX, especificamente, no caso da literatura, o parnasianismo poético, medíocre e superado.
Neste sentido, a exposição de Anita Malfatti funciona como estopim de um movimento que explodiria na Semana de Arte Moderna de 1922.
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